TEMPLATE ERROR Current Date: Wed Nov 25 13:34:17 BRT 2009 URL : Skin : Last Modify : Wed Dec 31 21:00:00 BRT 1969 File Name : Line : 220 Errors : Error: Block not closed: uol.tpl.StatementIFBoolean Caminho de luz - UOL Blog
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CAMINHO DE LUZ

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··¤ Este blog foi criado para todos que simpatizam com essa doutrina de luz que é o Espiritismo. Aqui os visitantes encontrarão mensagens e textos que irão exclarecer um pouco sobre a doutrina. Sintam-se à vontade para deixar seus comentários. Dedicado ao Cristian com amor da mamãe, pq nosso laço é eterno¤··

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::Música::

Enya - Athair Ar Neamh

::Athair Ar Neamh ::

::Enya ::

(tradução)
Pai do Céu,
Deus nos abençoe,
Pai do Céu,
Deus me abençoe.
Minha alma, meu coração,
minha glória
Louvam você, Deus.
Longo é o dia tranqüilo,
Longa é a noite sem trevas.
Deleite, alegria, amor,
Louvam você, Deus.
Eu o glorifico, dia após dia,
Eu o glorifico, noite após noite.
Pai do Céu, Deus nos abençoe.
Pai do Céu, Deus me abençoe.
A lua, o sol, o vento
Louvam você, Deus.

::Créditos::









::Contador::



Indicação de filmes com temas espiritas:

Evocando Espíritos - 26/10
Passageiros - 02/11
Minha vida na Outra vida - 03/11













Halloween

A palavra Halloween tem origem na Igreja católica. Vem de uma corrupção contraída do dia 1 de novembro, "Todo o Dia de Buracos" (ou "Todo o Dia de Santos"), é um dia católico de observância em honra de santos. Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro. O feriado era Samhain, o Ano novo céltico.
Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra hallowinas - nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia).

O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo. Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis. Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol. Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe'en.

Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte. Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos.

Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati).

Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram.

O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por

imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passa ser conhecido como o Dia das Bruxas.

 

 

 



Escrito por Cristian vive/Mahevi às 10h04
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Modelo Maior

“Falar de doçura de sentimentos em um mundo tão conturbado como o vosso, tão preso ainda ao orgulho e a interesses mesquinhos, é como falar da existência de água no deserto escaldante!



Mas, como há oásis na imensidão dos desertos, também há de ter o sentimento de afabilidade em vosso mundo. A conquista desta virtude, que se traduz nos sentimentos de amor ao próximo, deve ser objeto de busca incessante do Espírito.

 

É preciso que busqueis um modelo para vossas ações. O modelo maior é, sem, dúvida Jesus, o Espírito mais perfeito que já habitou vosso planeta! No entanto, os modelos em que procurais vos guiar estão muito distantes do Senhor, pois são os que conseguiram o sucesso no mundo material, os que são olhados como ídolos pela imensa multidão.

 

Para justificar vossas deficiências, muitas vezes procurais comparar-vos com os que estão numa situação moral ainda menos elevada que a vossa. Assim, vos nivelando por baixo, credes não precisar modificar vossas vidas e vos livrar dos vícios, já que os parâmetros por vós escolhidos são ainda mais viciosos.

 

Olhando para baixo, achais que estais no alto. Mas, quando olhardes para os exemplos que vos são constantemente mostrados pelos amigos espirituais, vereis que estais ainda nos primeiros degraus de vossa escalada rumo às altas posições para as quais fostes criados. Já fostes piores, podeis argumentar, mas que não sirva de consolo esta verdade. Ao contrário, verificando vosso progresso podereis mudar ainda mais, pois tendes muito ainda a caminhar.

 

Freqüentemente sois muito exigentes com os que vos cercam e complacentes com os vossos erros, traduzindo este sentimento através da intolerância com o vosso próximo. Sabeis, porém, que é justamente da forma contrária que deveis conduzir-vos nas vossas relações pessoais, sociais, profissionais e familiares.

 

Procurai ser condescendentes com o vosso próximo, compreendendo suas deficiências, ajudando-os a superá-las, e sede mais rigorosos com vossos próprios males que devem ser combatidos com veemência. Agindo assim estareis produzindo em vós mesmos as condições de melhoria, caminhando assim dentro dos preceitos cristãos. Atendei, pois, aos apelos que vos fazem freqüentemente os Espíritos amigos e burileis vosso Espírito na busca da melhoria diária. Que a paz de Jesus, o modelo maior, esteja convosco em todos os momentos desta árdua caminhada!”

 

Espírito: Um Espírito amigo.

Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec

 



Escrito por Cristian vive/Mahevi às 18h40
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Sofres e choras?
Não desanimes e segue adiante. 
Encontrarás à frente aqueles que atravessam dificuldades maiores.
A tua dor será talvez,  a luz de experiência para clarear as veredas dos que jazem nas trevas, e o teu sorriso será uma benção de esperança para aqueles outros que até hoje ainda não tiveram qualquer migalha de alegria para viver.

Emmanuel

 



Escrito por Cristian vive/Mahevi às 18h34
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O momento é de prova? Ergue-te e aceita a vida.

Não te queixes, trabalha. Nem te desculpes, ora.

O serviço no bem é paz e esquecimento.

Ante as crises que encontres, faze o melhor que possas.

Nas árvores podadas, Deus multiplica os frutos.

Ama, serve e não temas. Deus agirá por ti.

                                                 Emmanuel

 



Escrito por Cristian vive/Mahevi às 18h26
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Caridade

 

Use o tostão que sobra
E que em nada te aproveita,
Dar sempre é exemplificar
a caridade perfeita!
Caridade é, muitas vezes,
Fazer-se sempre o menor,
Está na luz da Humildade
A caridade melhor.
Caridade é perdoar
A quem te causa uma dor
É converter todo o espinho
Numa braçada de flor.
Caridade, enfim, na Terra
É buscar a perfeição,
A perfeição de si mesmo
No templo do coração.

                               Casimiro Cunha

     por Francisco Cândido Xavier,(1938)

 



Escrito por Cristian vive/Mahevi às 19h56
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Escrito por Cristian vive/Mahevi às 21h16
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EVOCANDO ESPÍRITOS 
Ficha Técnica

TÍTULO ORIGINAL: The Haunting in Connecticut

Direção: Peter Cornwell

Gênero:
Terror

Duração:
92 min.

Distribuidora:
Imagem Filmes

Estreia:
17 de Abril de 2009

Dirigido por: Peter Cornwel

Produzido por: Paul Brooks, Daniel Farrands, Phyllis Laing, Wendy Rhoads, Andrew Trapani

Elenco:

Virginia Madsen, Kyle Gallner, Elias Koteas, Amanda Crew, Martin Donovan , Sophi Knight, Ty Wood, Erik J. Berg, John Bluethner, D.W. Brown, John B. Lowe, Adriana O'Neil, Will Woytowich, James Durham, Darren Ross

Sinopse:

Quando um dos filhos do casal Campbell é diagnosticado com câncer toda a família tem que mudar para uma casa mais perto da clinica onde Matt fará seu tratamento. Á medida que o tempo passa o comportamento do rapaz muda radicalmente e todos passam a presenciar várias atividades paranormais na casa. Pesquisando o passado dos moradores da casa eles descobrem que a casa foi um centro de pesquisas que procurava muito mais que contatos com espíritos. Agora sob constante opressão eles terão que responder a pergunta: - por que eles ainda estão entre nós? Baseado em uma história real este filme nos levará a acreditar no inacreditável!

Curiosidades:


Evocando Espíritos é baseado em uma história real.


Análise à Luz do Espiritismo:

Este filme foi feito baseado em fatos reais, ele é de emoções muito fortes, não sendo aconselhado para as pessoas com problemas de emoção, coração, etc...

Nunca podemos esquecer que na Terra não há vítima inocente, esta ocorrência em Connecticut; pode se apresentar como prova para alguns; mas, também é uma expiação (resgate) para outros. Embora nos apresentemos como ótimas pessoas, sem aparentes problemas nesta encarnação; não significa que deveremos deixar de lado o nosso passado pecador esquecido. Ele sempre se apresentará no futuro, fazendo cobranças, exigindo justiça. Por isso, é que dizemos que o nosso futuro é forjado no presente. NÃO COMETAMOS ERROS HOJE, QUE NOS ATRAPALHARÃO NO FUTURO. É da alçada de nosso livre-arbítrio. Como dizia um sábio: Se aprontou hoje, não adianta chorar amanhã.Você estava consciente, estava ciente que teria que pagar; Jesus disse: A semeadura é livre mas, a colheita é obrigatória. Mas, quantos ainda até hoje não dão bola para o evangelho !!!!!

Matt ao se apresentar cometido de câncer, aparentemente tornou-se muito volúvel (ou então era médium); passou a ter acesso ao mundo espiritual (dom de médium vidente). Para ficar mais perto do Hospital, transferiu-se com sua mãe para Connecticut, ficando somente o pai e os filhos em sua casa; por serem de classe média baixa, a mãe procurou desesperadamente um local para ficarem.

Após algum tempo, dependendo do parco dinheiro que tinha, achou uma casa grande para alugar por um preço muito bom. Só que se tratava de uma casa mal assombrada devido aos acontecimentos lá ocorridos; um médico que praticava necromância, fazia experiências com um médium (criança) sem preparação adequada, evocar os espíritos de mortos para conseguir o seu intento.

Ele chegou a requisitar 100 cadáveres de um cemitério local, retirando algumas de suas partes íntimas de acordo com as suas experiências.

É notório que estava mexendo com coisas que não conhecia e de maneira inadequada, pois, sabemos muito bem que esses métodos inadequados, sem a mínima segurança, abre caminho, fornece elementos para que os espíritos inferiores se apresentem e ajam ao seu bel prazer; não fornecendo nenhuma segurança ou controle por parte dos experimentadores.

Como no Planeta Terra, 90% dos seus habitantes são de mediana evolução, dos 100 cadáveres, haviam muitos que ainda transitavam em nossa crosta por serem ainda muito materialistas, achando-se ainda vivos e que foram manipulados pelas hordas do mal.

O médico acabou pagando com a vida o seu erro; mas, sabemos muito bem que isto foi a menor consequência em sua vida imortal. Devemos ter pena e rezar pela sua alma em virtude de tantas dificuldades que irá encontrar no futuro.

Fonte: http://www.comunidade espirita.com.br



Escrito por Cristian vive/Mahevi às 20h20
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Escrito por Cristian vive/Mahevi às 13h50
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EM PAZ E PACIÊNCIA

Quando te rendes à revolta e à tristeza e varas algum tempo sem olhos para contemplar a Natureza, sem ouvidos para escutar o trilo dos pássaros e sem tato para sentir, num aperto de mão, as palmas calosas dos prisioneiros da adversidade, perdes a eficiência pessoal na ação cotidiana por te distanciares da realidade fundamental. É aí, não raro, que estrepita a insatisfação rouquejante e se desenfreia a violência explosíva em forma de cólera.

E quando o nosso coração intumescido cabriola ao ritmo espasmódico da cólera, resvalamos invariavelmente na voragem da obsessão, seja obsessão para cinco miinutos, cinco horas, cinco dias ou cinco anos.

Existem a cólera convulsiva e gritante e a cólera íntima e surda. Ambas, definindo causas de efeitos diversos, por trás de outros acontecimentos, têm reconduzido, antes da hora demarcada, multidões de Espíritos encarnados à Espiritualidade, através de mortes repentinas e inexplicadas, crises cardíacas e nervosas, paralisias e mudezas, acidentes e delitos de toda ordem.

Ninguém renasce na carne para revestir-se de sombras, e a morte é a ressuscitadora das culpas mais disfarçadas pelas aparências do homem ou mais absconsas nas profundezas do espírito.

Por isso, ante as catástrofes da consciência geradas nos desvarios coléricos, vemos fardões brasonados a se transfigurarem em armaduras ignescentes; coroas, cujas pedrarias espelharam frontes outrora respeitáveis, se tornarem espinhos de tortura; colares a se entremostrarem baraços asfixiantes; medalhas que enfeitaram antigos peitos orgulhosos a se exibirem quais ferretes queimantes; luvas que fulgiram no comando de legiões transformarem-se, trágicas, em manoplas de fogo, e anéis que rebrilharam entre dedos aristocráticos se metamorfosearem, medonhos, em brasas vivas ...

Horresco referens! O próprio Dante não conseguiria dizer as repercussões do mal nos vales do horror.

Cólera! Por essa ebriez de loucura, muitos de nós temos experimentado e milhares experimentam, no imo do próprio ser, as comichões endoidecedoras do remorso.

Nela observamos, no sangue efervescente da tez, nas expressões contorcidas do rosto, nas trepidações nevróticas das mãos e nas descargas terríveis da palavra desgovernada, a volta da personalidade à zona inferior do espírito, aos porões da alma, ao fragor dos instintos tempestuados.

Para ela, a nossa vigilância e a nossa prece. Semelhante expulsão do bom senso carreia apenas prejuízos de estarrecer. Ela, em si, humilha e ridiculariza muito mais a criatura do que qualquer pretexto invocado para motivá-la.

Transporta as cruzes pequeninas das dificuldades de cada dia, em paz e paciência.

Desenruga a face nos sorrisos de bondade constante. Reprime o gesto de precipitação e abençoa sempre. Mergulha o próprio pensamento no pensamento cintilante da atualidade espírita e, se contrariado, perdoa ... se perseguido, perdoa ... se humilhado. perdoa ... para compores o clima cada vez mais puro da confraternidade entre os homens, com esforços e lutas, serviços desinteressados e iniciativas redentoras, junto aos Vanguardeiros da Verdade e do Amor.

                                                                                 Manuel Quintão 



Escrito por Cristian vive/Mahevi às 13h15
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A Lição da Tartaruga

Eu percebia que meu comportamento aborrecia muito os meus pais, porém pouco me importava com isso. Desde que obtivesse o que queria, dava-me por satisfeito. Mas, é claro, se eu importunava e agredia as pessoas, estas passavam a tratar-me de igual maneira.

Cresci um pouco e um dia percebi que a situação era desconfortante. Preocupei-me, mas não sabia como me modificar.

O aprendizado aconteceu num domingo em que fui, com meus pais e meus irmãos, passar o dia no campo. Corremos e brincamos muito até que, para descansar um pouco, dirigi-me à margem do riacho que corria entre um pequeno bosque e os campos. Ali encontrei uma coisa que parecia uma pedra capaz de andar. Era uma tartaruga. Examinei-a com cuidado e quando me aproximei mais, o estranho animal encolheu-se e fechou-se dentro de sua casca. Foi o que bastou. Imediatamente decidi que ela devia sair para fora e, tomando um pedaço de galho, comecei a cutucar os orifícios que haviam na carapaça. Mas os meus esforços resultavam vãos e eu estava ficando, como sempre, impaciente e irritado.

Foi quando meu pai se aproximou de mim. Olhou por um instante o que eu estava fazendo e, em seguida, pondo-se de cócoras junto a mim, disse calmamente: "Meu filho, você está perdendo o seu tempo. Não vai conseguir nada, mesmo que fique um mês cutucando a tartaruga. Não é assim que se faz. Venha comigo e traga o bichinho."

Acompanhei-o. Ele se deteve perto da fogueira acesa e me disse: "Coloque a tartaruga aqui, não muito perto do fogo. Escolha um lugar morno e agradável."

Eu obedeci. Dentro de alguns minutos, sob a ação do leve calor, a tartaruga colocou a cabeça de fora e caminhou tranqüilamente em minha direção. Fiquei muito satisfeito e meu pai tornou a se dirigir a mim, observando:

"Filho, as pessoas podem ser comparadas às tartarugas. Ao lidar com elas, procure nunca empregar a força. O calor de um coração generoso pode, às vezes, levá-las a fazer exatamente o que queremos, sem que se aborreçam conosco e até, pelo contrário, com satisfação e espontaneidade."

 



Escrito por Cristian vive/Mahevi às 10h57
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Imagine uma lagarta. Passa grande parte de sua vida no chão, olhando os pássaros, indignada com seu destino e com sua forma.

- “Sou a mais desprezível das criaturas”, pensa. Feia, repulsiva, condenada a rastejar pela terra.”

Um dia, entretanto, a Natureza pede que faça um casulo. A lagarta se assusta – jamais fizera um casulo antes. Pensa que está construindo seu túmulo, e prepara-se para morrer. Embora indignada com a vida que levou até então, reclama novamente com Deus.
- “Quando finalmente me acostumei, o Senhor me tira o pouco que tenho”.
Desesperada, tranca-se no casulo e aguarda o fim.
Alguns dias depois, vê-se transformada numa linda borboleta. Pode passear pelos céus, e ser admirada pelos homens.

Surpreende-se com o sentido da vida e com os desígnios de Deus.

Autor Desconhecido

 



Escrito por Cristian vive/Mahevi às 10h44
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A Lenda das Duas Jóias

 

Narra antiga lenda oriental, que um rabino, religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família. Esposa admirável e dois filhos queridos.
Certa vez, por imperativos da religião, o rabino empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias. No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados. A mãe sentiu o coração dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura. Todavia, uma preocupação lhe vinha a mente: como dar ao esposo a triste notícia? Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção. Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão.
Alguns dias depois, num final de tarde, o rabino retornou ao lar.
Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos... Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços. Alguns minutos depois estavam ambos sentados a mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos. A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido:
- Deixe os filhos. Primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave.
O marido, já um pouco preocupado perguntou:
- O que aconteceu? Notei você abatida ! Fale ! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus.
- Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo! O problema é esse ! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?
- Ora mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!... Por que isso agora?
- É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!
- Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las.
- Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!
E o rabino respondeu com firmeza: ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!
- Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.
- Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito. As jóias preciosas eram nossos filhos. Deus os confiou a nossa guarda, e durante a sua viagem veio buscá-los. Eles se foram...
O rabino compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram muitas lágrimas.
Deus nos empresta o dom da vida e somente Ele sabe a hora certa para pedi-la de volta!

 



Escrito por Cristian vive/Mahevi às 23h01
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