TEMPLATE ERROR Current Date: Sat Mar 13 13:14:07 BRT 2010 URL : Skin : Last Modify : Wed Dec 31 21:00:00 BRT 1969 File Name : Line : 223 Errors : Error: Block not closed: uol.tpl.StatementIFBoolean Caminho de luz - UOL Blog
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CAMINHO DE LUZ



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··¤ Este blog foi criado para todos que simpatizam com essa doutrina de luz que é o Espiritismo. Aqui os visitantes encontrarão mensagens e textos que irão exclarecer um pouco sobre a doutrina. Sintam-se à vontade para deixar seus comentários. Dedicado ao Cristian com amor da mamãe, pq nosso laço é eterno¤··

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::Música::

Enya - Athair Ar Neamh

::Athair Ar Neamh ::

::Enya ::

(tradução)
Pai do Céu,
Deus nos abençoe,
Pai do Céu,
Deus me abençoe.
Minha alma, meu coração,
minha glória
Louvam você, Deus.
Longo é o dia tranqüilo,
Longa é a noite sem trevas.
Deleite, alegria, amor,
Louvam você, Deus.
Eu o glorifico, dia após dia,
Eu o glorifico, noite após noite.
Pai do Céu, Deus nos abençoe.
Pai do Céu, Deus me abençoe.
A lua, o sol, o vento
Louvam você, Deus.

::Créditos::









::Contador::



Indicação de filmes com temas espiritas:

Evocando Espíritos - 26/10
Passageiros - 02/11
Minha vida na Outra vida - 03/11













As Vidas Sucessivas

A alma, depois de residir temporariamente no Espaço, renasce na condição humana, trazendo consigo a herança, boa ou má, do seu passado; renasce criancinha. Reaparece na cena terrestre para representar um novo ato do drama da sua vida, pagar as dívidas que contraiu, conquistar novas capacidades que lhe hão de facilitar a ascensão, acelerar a marcha para a frente.

A lei dos renascimentos explica e completa o princípio da imortalidade. A evolução do ser indica um plano e um fim. Esse fim, que é a perfeição, não pode realizar-se em uma existência só, por mais longa que seja. Devemos ver na pluralidade das vidas da alma a condição necessária de sua educação e de seus progressos. É à custa dos próprios esforços, de suas lutas, de seus sofrimentos, que ela se redime de seu estado de ignorância e de inferioridade e se eleva, de degrau a degrau, na Terra primeiramente, e, depois, através das inumeráveis estâncias do céu estrelado.

A reencarnação, afirmada pelas vozes de além-túmulo, é a única forma racional por que se pode admitir a reparação das faltas cometidas e a evolução gradual dos seres. Sem ela, não se vê sanção moral satisfatória e completa; não há possibilidade de conceber a existência de um Ser que governe o Universo com justiça.

Se admitirmos que o homem vive atualmente pela primeira e última vez neste mundo, que uma única existência terrestre é o quinhão de cada um de nós, a incoerência e a parcialidade, forçoso seria reconhecê-lo, presidem à repartição dos bens e dos males, das aptidões e das faculdades, das qualidades nativas e dos vícios originais.

Por que para uns a fortuna, a felicidade constante e para outros a miséria, a desgraça inevitável? Para estes a força, a saúde, a beleza; para aqueles a fraqueza, a doença, a fealdade? Por que a inteligência, o gênio, aqui; e, acolá, a imbecilidade? Como se encontram tantas qualidades morais admiráveis, a par de tantos vícios e defeitos? Por que há raças tão diversas? Umas inferiores a tal ponto que parecem confinar com a animalidade e outras favorecidas com todos os dons que lhes asseguram a supremacia? E as enfermidades inatas, a cegueira, a idiotia, as deformidades, todos os infortúnios que enchem os hospitais, os albergues noturnos, as casas de correção? A hereditariedade não explica tudo; na maior parte dos casos, estas aflições não podem ser consideradas como o resultado de causas atuais. Sucede o mesmo com os favores da sorte. Muitíssimas vezes, os justos parecem esmagados pelo peso da prova, ao passo que os egoístas e os maus prosperam!

Por que também as crianças mortas antes de nascer e as que são condenadas a sofrer desde o berço? Certas existências acabam em poucos anos, em poucos dias; outras duram quase um século! Donde vêm também os jovens-prodígios - músicos, pintores, poetas, todos aqueles que, desde a meninice, mostram disposições extraordinárias para as artes ou para as ciências, ao passo que tantos outros ficam na mediocridade toda a vida, apesar de um labor insano? E igualmente, donde vêm os instintos precoces, os sentimentos inatos de dignidade ou baixeza contrastando às vezes tão estranhamente com o meio em que se manifestam?

Se a vida individual começa somente com o nascimento terrestre, se, antes dele, nada existe para cada um de nós, debalde se procurarão explicar estas diversidades pungentes, estar tremendas anomalias e ainda menos poderemos conciliá-las com a existência de um poder sábio, previdente, eqüitativo. Todas as religiões, todos os sistemas filosóficos contemporâneos vieram esbarrar com este problema; nenhum o pôde resolver. Considerado sob seu ponto de vista, que é a unidade de existência para cada ser humano, o destino continua incompreensível, ensombra-se o plano do Universo, a evolução para, torna-se inexplicável o sofrimento. O homem, levado a crer na ação de forças cegas e fatais, na ausência de toda justiça distributiva, resvala insensivelmente para o ateísmo e o pessimismo. Ao contrário, tudo se explica, se torna claro com a doutrina das vidas sucessivas. A lei de justiça revela-se nas menores particularidades da existência. As desigualdades que nos chocam resultam das diferentes situações ocupadas pelas almas nos seus graus infinitos de evolução. O destino do ser não é mais do que o desenvolvimento, através das idades, da longa série de causas e efeitos gerados por seus atos. Nada se perde; os efeitos do bem e do mal acumulam-se e germinam em nós até o momento favorável de desabrocharem. Às vezes, expandem-se com rapidez; outras, depois de longo lapso de tempo, transmitem-se, repercutem, de uma para outra existência, segundo a sua maturação é ativada ou retardada pelas influências ambientes; mas, nenhum desses efeitos pode desaparecer por si mesmo; só a reparação tem esse poder.

Cada um leva para a outra vida e traz ao nascer, a semente do passado. Essa semente há de espalhar seus frutos, conforme a sua natureza, ou para nossa felicidade ou para nossa desgraça, na nova vida que começa e até sobre as seguintes, se uma só existência não bastar para desfazer as conseqüências más de nossas vidas passadas. Ao mesmo tempo, os nossos atos cotidianos, fontes de novos efeitos, vêm juntar-se às causas antigas, atenuando-as ou agravando-as, e forma com elas um encadeamento de bens ou de males que, no seu conjunto, urdirão a teia do nosso destino.

Assim, a sanção moral, tão insuficiente, às vezes tão sem valor, quando é estudada sob o ponto de vista de uma vida única, reconhece-se absoluta e perfeita na sucessão de nossas existências. Há uma íntima correlação entre os nossos atos e o nosso destino. Sofremos em nós mesmos, em nosso ser interior e nos acontecimentos de nossa vida, a repercussão do nosso proceder. A nossa atividade, sob todas as suas formas, cria elementos bons ou maus, efeitos próximos ou remotos, que recaem sobre nós em chuvas, em tempestades ou em alegres claridades. O homem constrói o seu próprio futuro. Até agora, na sua incerteza, na sua ignorância, ele o construiu às apalpadelas e sofreu a sua sorte sem poder explicá-la. Não tardará o momento em que, mais bem instruído, penetrado pela majestade das leis superiores, compreenderá a beleza da vida, que reside no esforço corajoso, e dará à sua obra um impulso mais nobre e elevado.

Autor:
Léon Denis

Fonte:
Livro: O Problema do Ser, do Destino e da Dor



Escrito por Cristian vive/Mahevi às 17h54
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Nosso Lugar Depois da Morte

Uma das maiores questões a serem resolvidas pelo ser humano é compreender exatamente o que ocorre após a sua morte física. Todos as noites, a Casa Espírita enche de pessoas em busca de respostas para suas perguntas mais intimas, e uma delas, com certeza é essa: onde e como vou estar quando fechar os olhos para este mundo? Claro, que ninguém fala sobre isso. É assunto pesado e ninguém gosta de ficar falando na morte, afinal ela traz-nos a lembrança, situações de tristeza, de saudade, de perda, enfim, uma gama de sentimentos aflora e não gostamos de falar nisso, com todo respeito, vamos trocar de assunto, é a recomendação imediata.

Entretanto, é assunto dos mais atuais e necessários. De alguma forma é preciso rever os nossos pontos de vista a respeito, para que nossas atitudes sejam tomadas de acordo com um plano que envolva uma nova direção para nossa vida, e consequentemente, para nossa “morte”.

Pensar na vida e vivê-la bem e em conformidade com as recomendações do Evangelho é um grande passo para a libertação. Emmanuel, querido benfeitor espiritual, em reunião pública de 25/09/1961, através do Chico, no livro Justiça Divina, confirma estas afirmações quando diz que “muitas vezes perguntas, na Terra, para onde seguirás, quando a morte venha a surgir... [...] sonhas o acesso à felicidade, a maneira de criança que suspira pelo colo materno...”. Isto é fato comum, todos querem o seu bem estar, a sua felicidade, mas porque só dificuldades são encontradas em nossos caminhos e estas são questões que o Benfeitor continua resumindo ao dizer que “toda pessoa humana é aprendiz na escola da evolução, sob o uniforme da carne, constrangida ao cumprimento de certas obrigações: nos compromissos do plano familiar; nas responsabilidades da vida pública; no campo dos negócios materiais; na luta pelo próprio sustento [...] e o dever [...] é impositivo da educação que nos obriga a parecer o que ainda não somos, para sermos, em liberdade, aquilo que realmente devemos ser”. Sem esquecer a oportunidade de iluminar-se, a educação da personalidade é de significativa importância, conforme se pode notar, porque, dia virá que estes aspectos da aparência cederão lugar para a verdade, e a verdade está no aproveitamento que se faz do aprendizado diário. Desse modo, nosso lugar depois da morte pode ser comparado, de forma simplória, a um cavalo que esteja atrelado a uma carroça e que fez uma longa viagem. Chegando ao ponto de descanso, é desatrelado do carro e entregue à liberdade. Ao perceber que está liberto das grades que o prendiam procura imediatamente uma pastagem verde onde manifesta toda a sua felicidade por estar entregue ao ambiente propício à manifestação dos seus impulsos. Ali ele pasta, corre, refocila, sem qualquer preocupação. Está feliz. É o seu mundo. Um outro exemplo é o da serpente, que presa para cooperar na fabricação do soro antiofídico, se for libertada corre para a toca e se esconde, reconstituindo o próprio veneno. O corvo, se preso para observações, quando solto voltará, com certeza, para a imundície que é o seu habitat e onde se resfolega. A andorinha quando engaiolada para estudos, caso seja solta, volta para o seu mundo de liberdade e vôos perfeitos chamando a primavera. Portanto, se é nosso desejo saber quem somos, observemos o que pensamos quando estamos sozinhos, e se queremos conhecer o lugar que vamos habitar depois da morte, examinemos o que estamos fazendo nas horas livres. Estas recomendações são daqueles que passaram pela experiência da morte e voltaram para nos ensinar o caminho da vida. Que prestemos atenção nisso e depois não aleguemos que não sabíamos. Muita Paz em Cristo!

Autor:
Nelson C. Viana

Fonte:
O Mensageiro



Escrito por Cristian vive/Mahevi às 17h41
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Vibrações

Com freqüência falamos de vibração no centro espírita. Mas afinal o qual o significado dessa palavra? No dicionário vibração é sinônimo de branir, tremular, pulsar, ecoar entre outras coisas. Podemos dizer que a vibração é um fenômeno físico. Imagine que quando eu falo, o ar entra nos pulmões e quando sai passa pelas cordas vocais que vibram e produz o fenômeno físico do som. O som da voz se propaga pelo espaço entre uma pessoa e outra através de ondas que obedecem um determinado padrão ao qual chamamos de freqüência. Esse deslocamento provoca uma vibração no ar enquanto se desloca de um ponto a outro, podemos dizer também que ecoa. Nós não vemos o som, mas sabemos que ele existe, pois o escutamos e sabemos que o mesmo pode ser medido ou mensurado, e ainda registrado em gravadores por exemplo, que registram as impressões eletromagnéticas recebidas.

Sabemos que o som é um fenômeno físico produzido por nós e que pode ser comprovado cientificamente. Com nossos pensamento ocorre a mesma coisa, ou seja, também podemos mensurar as vibrações emitidas por nosso cérebro.

Quando fazemos um eletroencefalograma, que nada mais é do que mensurar as ondas eletromagnéticas emitidas pelo nosso cérebro, são colocados em nossa cabeça alguns eletrodos de que tem a finalidade de captar as ondas eletromagnéticas de nosso cérebro e enviá-las um aparelho que vai registrar a freqüência dessas ondas. Não cabe aqui nos aprofundarmos na finalidade do exame em si, mas sim esclarecer a funcionalidade do aparelho. As ondas eletromagnéticas saem de nosso cérebro entram no eletrodo e vai até o aparelho que registra a freqüência dessas ondas. É importante lembrar que os eletrodos que captam essas ondas estão somente encostados na pele da pessoa que se submete ao exame, e não há nada ligado diretamente ao cérebro. O que nos leva a deduzir que as ondas eletromagnéticas saem de nosso cérebro para fora de nosso corpo. Da mesma forma que o som de nossa voz, as ondas eletromagnéticas emanadas de nosso cérebro.

As vibrações emitidas pelo som da nossa voz encontra a barreira tênue do ar, ao passo que as vibrações emitidas pelo nosso cérebro encontram várias barreiras, que são: a membrana que envolve o próprio cérebro, a caixa craniana, que é o osso mais duro do corpo humano e as diversas camadas da pele.

A ciência já descobriu de uma forma ainda incipiente que também pode registrar determinados padrões de nossos sentimentos. Quando fazemos uma ressonância magnética do cérebro é registrado além de outras coisas que também não cabe aqui também analisar, que quando estamos felizes, determinada região do cérebro está ativa, e que outra região é ativada quando sentimos algo que nos trás desconforto ou tristeza.

Esse três parâmetros caracterizam nosso padrão vibratório, ou seja, o que falamos, o que pensamos e o que sentimos pode nos levar a ter uma noção de onde nos situamos espiritualmente.

Cada um de nós temos um determinado padrão de vibração. Essa é a forma com a qual nos relacionamos com o mundo utilizando nosso veículo carnal, nosso corpo. Se compararmos o ser humano com um rádio desses comuns que utilizamos para ouvir música, vamos ver que o rádio também emite uma determinada onda eletromagnética de acordo com a sintonia que escolhemos, e que podemos mudar a sintonia do rádio a qualquer momento. Mas o ser humano não tem botão para mudar a sintonia. E como fazer para mudarmos nosso padrão vibratório?

Sempre falamos de Jesus normalmente O relacionamos com a religiosidade, mas falarei aqui da praticidade de seus ensinamentos, e cabe lembrar o "Orai e Vigiai". Sobre a oração sabemos que podemos orar para louvar a Deus, que é o ato de glorificar e enaltecer. Podemos também orar para agradecer a Deus por inúmeros benefícios que recebemos. Mas parte que mais conhecemos da oração é orar para pedir, o que é claro não tem nada de errado. Jesus mesmo disse: - Pedi, e dar-se vos á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se vos-á. (Mateus 7:7). Muitas pessoas acreditam que não precisamos pedir nada porque Deus sabe de todas as nossas necessidades. É claro que Ele sabe, mas também devemos lembrar da exemplificação que Jesus fez quando passou pela terra e um cego que seguia Jesus e O chamava. Jesus parou e perguntou ao cego: - O que queres que eu faça? e o cego respondeu? - Que eu veja senhor. Jesus disse: Que veja então. E o cego passou a enxergar. Imagine você que uma pessoa cega fica sabendo que existe alguém que pode faze-la enxergar. Encontra essa pessoa que é seguida por muitas outras que também procuram a cura para seus males. É claro que Jesus sabia que o cego queria enxergar, mas ele perguntou primeiro, porque o cego tem o seu livre arbítrio. Sendo assim quando o cego pediu, Jesus o curou. Quando pedimos algo a Deus, nossa oração tem o papel de levar ao Criador a nossa vontade, e a nossa submissão ao Pai, e como Pai ele vai nos atender de acordo com nosso merecimento e necessidade. Ela ainda proporciona a possibilidade de abrir um canal de comunicação com o plano espiritual superior, quando a fazemos de forma sincera. Aqui a oração faz o papel de botão de mudança de sintonia, porque até para recebermos as graças do Senhor precisamos estar preparados.

O “Vigiai” nos remete a nossa conduta diante da vida e da forma que nos relacionamos com o mundo, ou seja; de que forma nós interagimos com o plano em que estamos vivendo; como nos comunicamos; como percebemos e como sentimos o mundo em que vivemos, a sociedade e as pessoas mais próximas. O que eu falo, o que eu penso e o que eu sinto sai de mim e atinge o que está diretamente relacionado com o alvo de minhas palavras, de meus pensamentos e de meus sentimentos, e de uma forma boa ou ruim atinge esse alvo, influenciando-o de alguma maneira. Posso enviar minhas vibrações a uma ou mais pessoas ou até ao meio ambiente. Quando emanamos boas vibrações assumimos compromisso com o bem, o que é ótimo, mas quando emanamos más vibrações o mesmo não acontece, e ai podemos assumir compromissos com a vida, e não sabemos quais as repercussões que terão. Daí a importância desse ensinamento sempre tão atual: “Orai e Vigiai”. E o que devemos vigiar então? A resposta é clara; devemos vigiar a nós mesmos e de que forma nos relacionamos com o mundo, ou seja; devemos vigiar o que falamos, o que pensamos e o que sentimos. É interessante porque muitos pensam que não temos como dominar os sentimentos, mas na verdade sentimos o que estamos acostumados a pensar e a falar. Tem um ditado que diz: “A boca fala do que esta cheio o coração.” E digo que o coração se enche do que pensamos. Para não dizer que não temos controle sobre os pensamentos lembremos Kardec quando decodificou a Doutrina Espírita e perguntou ao Espírito de Verdade: É possível eu Ter um pensamento que não seja meu? E o Espírito de Verdade respondeu: “Na verdade a maioria dos seus pensamentos não são seus”. O que ocorre então, é que ao pensarmos em algo, nos conectamos a uma corrente vibratória do mesmo padrão que a nossa, e daí em diante temos que estar atentos para não ficarmos conectados a corrente, que geralmente é potencializada por ser alimentada por outros emissores do mesmo padrão de pensamento que o nosso. Claro que não é fácil estar em constante vigília, mas devemos começar de algum ponto, porque tudo o que vibrarmos influenciara nossa vida de uma forma boa ou ruim.

Autor:
Marcos Medeiros

Fonte:
O Mensageiro



Escrito por Cristian vive/Mahevi às 17h32
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